SP: alunos criam tradutor para chat

Sobre o autor

BTS: Luiz Fernando Casanova Doin

Luiz Fernando Casanova Doin

é fundador e sócio-diretor da BTS – Business Translation Services, empresa de tradução sediada em São Paulo com mais de 15 anos de existência e mais de 5.000 clientes atendidos. Formado em Administração de Empresas pela Universidade de São Paulo (USP) e em Comunicação Social com ênfase em Marketing pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), é um apaixonado pela área de tradução e um estudioso do setor que procura aliar seus conhecimentos acadêmicos e experiência à prática tradutória.

Três alunos do curso superior de Tecnologia em Informática para Negócios da Fatec (Faculdade de Tecnologia), da Praia Grande, desenvolveram um aplicativo que permite que pessoas de diversos países, com idiomas diferentes, conversem entre si com tradução simultânea.

Batizado como Babel Chat, o projeto está inicialmente vinculado ao Facebook, como explica um dos criadores, Leonardo Zertus. “Usamos uma Tecnologia de Informação que os desenvolvedores do Facebook disponibilizam para outros desenvolvedores gratuitamente. O trabalho todo durou cerca de cinco meses, porque tivemos de estudar os programas e ferramentas que precisaríamos utilizar”.

Ao lado de João Fernando Tarla, Eduardo Vieira e Kátia Benedetti, Leonardo Zertus criou uma ferramenta que utiliza o Bing, tradutor da Microsoft, para permitir que as mensagens cheguem ao receptor no idioma de origem com o qual  está cadastrado no Facebook. Assim, usuários de nacionalidade norteamericana, por exemplo, que se comunicam com brasileiros receberão as mensagens em inglês, apesar delas terem sido escritas originalmente em português.

Para usar o site, o usuário precisa necessariamente estar cadastrado no site de relacionamento e acessar o http://www.khondu.com/babelChat. A partir daí, basta que escolha uma das salas existentes ou crie uma nova sala para se comunicar com demais usuários.

Segundo Zertus, inicialmente todas as salas são abertas, mas o grupo já trabalha no aprimoramento da ferramenta. “Uma das adaptações é a possibilidade de criação de salas restritas. Depois, queremos desvincular o projeto do Facebook e criar um domínio próprio, que o usuário possa acessar por meio de um cadastro e obtenção de uma senha”.

De acordo com Zertus, a ideia é aprimorar a ferramenta até que possa ser usada por corporações que possuem filiais em diferentes países.

Fonte: http://www.band.com.br/noticias/tecnologia/noticia/?id=100000466009

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