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Publicado por Luiz Fernando Casanova Doin, em 08/11/2012, na(s) categoria(s): Notícias.

Um raio X da profissão de tradutor e intérprete

RIO – A profissão de tradutor ainda não é regulamentada e pode ser exercida por qualquer pessoa com bom domínio de idiomas. Existem diferentes nichos de atuação: o mercado corporativo, a indústria cinematográfica, o segmento literário, a interpretação simultânea e a tradução juramentada são alguns deles. No último caso, o profissional deve ser aprovado em concurso público, o que não garante o recebimento de salário pelo governo, mas sim a autorização para realizar as traduções que necessitem de fé pública.

– Outra vantagem é que este ramo não exige que o profissional comece a carreira muito jovem, nem joga fora do mercado os profissionais com idade avançada. O que importa é o conhecimento, a bagagem cultural e o bom domínio dos idiomas – diz o diretor da Keenmind Language Solutions, Fernando Miranda.

É uma atividade, em grande parte, remunerada por produção. O profissional, inicialmente, trabalha para agências e pode receber entre R$ 1.200 a R$ 2.500, em média. Quando já consolidado no mercado, pode buscar sua própria cartela de clientes, trabalhando como freelancer, podendo receber de R$ 3 mil a R$ 15 mil por mês, dependendo de sua produtividade. A área de tradução simultânea é a mais bem remunerada.

– Como é um mercado amplo, nos permite trabalhar no horário que temos livre e em casa. Acho essa a principal vantagem – completa Márcia Cardoso, professora de inglês da rede CNA que também trabalha como tradutora.

A falta de tradutores qualificados é o principal problema no mercado. Não basta ser natural de um país, dominar um idioma ou ter formação em letras/tradução para ser um bom profissional, diz Miranda. É preciso ter bom domínio também da língua portuguesa e uma boa bagagem cultural, além de ter interesse em pesquisar.

– Há um mito de que o estrangeiro está mais preparado para atuar neste mercado. Na nossa empresa, por exemplo, os tradutores estrangeiros representam somente 35% dos colaboradores. O importante é dominar não somente o idioma que está sendo traduzido, mas também o português – acrescenta.

Para o profissional que quer entrar para o mercado, buscar uma especialização em determinada área certamente será um diferencial, enfatiza Miranda.

– Assim como as negociações, as traduções de documentos e eventos diversos estão exigindo cada vez mais conhecimento especializado dos profissionais do ramo e empresas de tradução. As novas tendências do mercado global exigem dos tradutores não apenas bom domínio do idioma, mas especialização numa área específica, seja óleo e gás, as áreas jurídica ou de meio ambiente, apenas para citar as mais demandadas.

Segundo ele, algumas grandes empresas já são bastante rigorosas e hoje avaliam como um risco contratar um tradutor que não tenha conhecimento da área específica de sua atuação, que pode resultar em traduções erradas, sobretudo de termos técnicos.

– Há muitos glossários técnicos disponíveis, de fato, mas não basta o tradutor ter acesso a estas ferramentas. Para utilizá-las, é preciso entender os termos da área.

Como em qualquer outra profissão, é imprescindível, hoje, ter algum conhecimento de informática e se manter atualizado em relação aos softwares e websites mais utilizados no meio. Segundo os entrevistados, um texto limpo, claro e correto é o melhor cartão de visitas do tradutor. Por isso, todo cuidado é pouco na hora de entregar um trabalho.

Miranda, ressalta que, com a velocidade do mundo dos negócios, os prazos para a entrega das traduções são cada vez menores e não são raras as vezes em que um trabalho é executado por mais de um tradutor da mesma empresa. Neste caso, ao final da tradução, é preciso fazer uma criteriosa revisão e unificação da linguagem.

– É imprescindível que a empresa de tradução tenha esta estrutura de controle de qualidade do trabalho – completa Miranda.

Fonte: http://oglobo.globo.com/economia/boachance/mat/2010/09/06/um-raio-da-profissao-de-tradutor-interprete-917563682.asp

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