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Publicado por Luiz Fernando Casanova Doin, em 08/11/2012, na(s) categoria(s): Notícias.

Tradutor lida muito com termos técnicos de línguas estrangeiras

Todo idioma tem suas expressões populares e gírias, que, se fossem traduzidas ao pé da letra, ficariam incompreensíveis ou até cômicas. Para achar o melhor correspondente na outra língua, o trabalho de um tradutor é essencial por estar familiarizado com termos estrangeiros. Conhecer as características de uma outra língua exige estudo e pesquisa.

Além de buscar a melhor maneira para transmitir a idéia principal das falas de filmes estrangeiros para, no nosso caso, o português, o tradutor também passa para outra língua livros e relatórios jurídicos, médicos, esportivos, textos escolares e outros documentos.

No Brasil, há cerca de 30 cursos de formação para tradutores, que podem trabalhar em diversas áreas, desde ONGs até grandes empresas.

O mais comum são os tradutores freelancers, ou seja, sem vínculo empregatício. Mas há alguns escritórios que possuem um departamento de tradução, como ocorre no Pinheiro Neto Advogados, que tem um setor com sete tradutores exclusivos, que trabalham com textos jurídicos.

A aluna da PUC-SP Rheni Victório, 24, prefere ser freelancer. Ela juntou duas áreas de que gostava e hoje trabalha com tradução jornalística. “Pensava em prestar jornalismo, mas sempre tive jeito para o inglês”, diz ela, que aprendeu a língua estrangeira sozinha. Hoje, presta serviço para uma agência de notícias norte-americana trabalhando em casa. “Computador e dicionários são as minhas ferramentas.”

Na PUC-SP, o curso tem duração de quatro anos. Uma novidade para 2009 é que o curso deve voltar ao que era até o ano passado, quando o vestibulando prestava letras em inglês e, ao final do primeiro ano, escolhia graduar-se em tradução.

Os alunos que ingressaram neste ano só tinham como opção licenciatura em inglês e depois habilitação em tradução. “Vimos que este processo não deu certo”, afirma Reynaldo Pagura, que é tradutor e chefe do departamento de inglês da universidade.

Outra mudança que ocorreu foi o fim, a partir deste ano, dos cursos de tradução em francês e em espanhol. “Não havia público para estas línguas.”

Tradução juramentada

Uma área que o profissional pode seguir é a da tradução juramentada. Para seguir essa carreira, o tradutor deve realizar uma prova oferecida pelas juntas comerciais dos Estados. A diferença do tradutor para o tradutor juramentado é que o segundo trabalha com documentos oficiais e não pode ser ligado a nenhuma empresa.

O valor cobrado pelos dois tipos de tradutor é o mesmo: no Estado de São Paulo, R$ 25 por uma lauda simples, que são 25 linhas datilografadas ou mil toques no computador sem contar os espaços em branco.

Já um texto especial, como o de documentos jurídicos ou científicos, sai por R$ 35 a lauda. No entanto, em caso de urgência -quando o cliente precisa do texto traduzido em um dia -, o valor pode dobrar.

Uma área do mercado que está em crescimento é a de legendagem. Com canais de televisão estrangeiros entrando no país, o tradutor tem mais oportunidades de trabalho.

“O trabalho do tradutor possibilita a disseminação das mais recentes descobertas de diversos conhecimentos”, diz Marilei Amadeu Sabino, coordenadora da Unesp, a única instituição pública paulista que oferece o curso, segundo o MEC.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u437860.shtml

 

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