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Publicado por Luiz Fernando Casanova Doin, em 08/11/2012, na(s) categoria(s): Notícias.

Secretário-geral da Fifa culpa tradução por polêmica com governo brasileiro sobre a Copa de 2014

Eduardo Bresciani – estadão.com.br

BRASÍLIA – O secretário-geral da Fifa, Jérôme Valcke, culpou a tradução de sua declaração pela polêmica com o governo brasileiro. Em carta encaminhada ao ministro do Esporte, Aldo Rebelo, o secretário-geral da entidade pediu “desculpas” a quem tenha se sentido ofendido com suas palavras.

“Eu lamento profundamente que a interpretação incorreta das minhas palavras tenha causado tanta preocupação. Em francês, “se Donner un coup de pied aux fesses” significa apenas “acelerar o ritmo”, e, infelizmente essa expressão foi traduzida para o português usando palavras muito mais fortes”, diz Valcke na carta.Ele reafirma que o Brasil “sempre será a única opção” para sediar a Copa do Mundo de 2014. Disse estar sob bastante pressão e confiante em não haver nenhum problema que não possa ser superado com esforços da Fifa, do Comitê Organizador Local e das autoridades brasileiras.

Conclui dizendo que fazer da Copa no Brasil um sucesso é, além de um dever, um desejo.

O recuo de Valcke acontece depois de o ministro do Esporte ter pedido à Fifa a saída do secretário-geral da interlocução com o governo brasileiro. Diante desta ameaça, a primeira reação de Valcke foi chamar de “infantil” a reação de Brasília. Só após a formalização da decisão do governo brasileiro veio o pedido de desculpas.
Há, no entanto, uma discussão sobre qual seria o perfil ideal do tradutor técnico: o profissional técnico da área em questão ou o especialista em idiomas? Para Macedo, não existe uma resposta simples para isso: pode ser o profissional que busca, no caso do especialista em idiomas, a capacitação técnica e, no caso do tradutor técnico, aquele que conseguisse buscar a qualificação em idiomas.

— Quando falo em idiomas, não me refiro apenas ao idioma estrangeiro. O grande calcanhar de Aquiles dos tradutores brasileiros é a dificuldade com a língua portuguesa — ressalta.

Macedo reconhece que existe hoje uma carência generalizada de profissionais capacitados em todas as áreas de atuação, e a tradução está longe de ser uma exceção. Ele ressalta que, como a profissão de tradutor não é regulamentada, não existe uma formação ideal:

— Em grande parte, o tradutor profissional bem sucedido é aquele que possui uma formação técnica e que, por ser da “velha guarda”, dispõe de um conhecimento sólido dos idiomas com que trabalha.

Paulo Macedo aconselha que os profissionais que almejam ser bons tradutores busquem se aperfeiçoar em cursos de formação, façam muitas pesquisas e leiam bastante. Existem blogs, sites de relacionamento que trocam arquivos, informações e notícias valiosíssimas. Também vale buscar especialização nos setores em desenvolvimento, principalmente os citados acima, completa Betts:

— A especialização em setores em que o crescimento é eminente deverá ser o caminho a trilhar para obter sucesso e aproveitar as oportunidades que surgirão nos anos que estão por vir. Para estar bem formado daqui a alguns meses ou anos, é preciso correr atrás de especialização o quanto antes.

O coordenador pedagógico de inglês do Plan Idiomas Direcionados acrescenta que o bom tradutor, além de se especializar em áreas específicas, precisa estar sempre pesquisando e atualizando seu conhecimento, e deve aprimorar o conhecimento de softwares para agilizar seu trabalho.

Além de mineração, mecânica, navegação e medicina, onde as traduções técnicas estão presentes no dia a dia, contribuirão para o crescimento desta atividade os setores extrativista, como o de petróleo e gás, com as novas possibilidades do pré-sal; construção civil, com as inúmeras obras em andamento no país, principalmente no Rio de Janeiro, em razão da Copa de 2014 e das Olimpíadas, em 2016; indústria farmacêutica e montadoras de veículos automotores, em franco crescimento, devido ao aumento do consumo interno; além de contratos de todas as áreas da economia, decorrentes da globalização de nossa economia.

Diante deste cenário, aponta Macedo, a tendência é de franco crescimento do mercado de traduções, bem como do aumento do salário dos profissionais capacitados, não apenas para aqueles que trabalham com traduções técnicas:

— A evolução dos programas de tradução automática é enorme, basta ver o Google Translator. Dessa forma, creio que a tendência é que os tradutores atuem, cada vez mais, como controladores de qualidade. No futuro não haverá mais a necessidade da tradução de palavra por palavra, e sim de realizar ajustes em traduções realizadas por máquinas.

Como o campo de tradução é bastante amplo, Macedo fez questão de mencionar também as áreas de interpretação (a tradução oral), que se divide em simultânea, consecutiva e sussurrada. Segundo ele, trata-se de um grupo seleto de profissionais altamente especializados e muito requisitados. Dentro da área, costumam ser os mais bem remunerados.

Fonte: http://www.estadao.com.br/noticias/esportes,secretario-geral-da-fifa-culpa-traducao-por-polemica-com-governo-brasileiro-sobre-a-copa-de-2014,844398,0.htm

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