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Publicado por Luiz Fernando Casanova Doin, em 29/08/2012, na(s) categoria(s): Blog de tradução, Google Tradutor, Tradução automática.

Quem tem medo do tradutor automático?

Quem tem medo do tradutor automáticoO Google Tradutor está aí…e muitos inclusive já decretam o triste fim da profissão de tradutor, substituída por uma poderosa engenhoca movida a inteligência artificial e alimentada por ávidos internautas dispostos a compartilhar suas traduções e assim transformar o Google em um “comunicador universal”. Essa realidade parece o paraíso para uns (as pessoas em geral) e um inferno para outros (a comunidade de tradutores).

Mas afinal, há realmente motivo para nos preocupar? O Google Tradutor eventualmente substituirá os tradutores de “carne e osso”? Devemos começar a pensar em outro ofício? Sinceramente, duvido!

Parece não haver dúvidas de que o Google Tradutor realmente está evoluindo, e rápido, assim como outros programas de tradução automática. Soma-se a isso o fato dele ser uma ferramenta que “aprende” e pode ser alimentada com inúmeras bases de dados de traduções já realizadas, utilizando algoritmos sofisticados para selecionar as melhores opções. Tais características tornam este programa muito útil para realizar traduções “não profissionais” onde o intuito é ter uma ideia do que o seu interlocutor está querendo dizer, do conteúdo de uma determinada página web, de um documento, contrato, etc.

Por hora, as traduções do Google Tradutor “quebram o galho”, mas estão longe de ser “profissionais”. Mas e no futuro? O que acontecerá daqui a 10, 20 ou 30 anos? Sendo uma empresa símbolo da inovação e contando com capital para financiar seus projetos, a Google não pode finalmente chegar a um tradutor automático quase ou totalmente perfeito?

Considerando a velocidade dos progressos alcançados, a tendência é que os tradutores automáticos realizem o trabalho braçal do tradutor humano, transformando-o em um revisor dos textos gerados por estes programas. Esse cenário, por si só, não é ruim. Pelo contrário, a tecnologia pode gerar um incrível aumento da produtividade, reduzir custos, facilitar a comunicação e melhorar o controle da qualidade.

Talvez o mais importante é estar ciente de que o papel do tradutor como conhecemos hoje certamente mudará. Ele vai usar muito menos os seus dedos e muito mais o seu cérebro no futuro. O lado braçal da digitação, formatação e até mesmo a estruturação e ordenamento das frases ficará a cargo da “máquina” e caberá ao tradutor atuar como o artesão que molda o seu texto buscando produzir um excelente produto final.

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